Feb 19 2011

Pedaling From the Mountains to the Sea in Brazil’s Rio Grande do Sul,
With Southern Hemisphere Correspondent Marcos Netto

A tradução em português do artigo do Marcos está ao final do texto em inglês.

While much of the northern hemisphere shivers through cold, short days and longer, colder nights, summer’s lease still has a little more time to run south of the equator. And Marcos Netto, our Southern Hemisphere Correspondent, is making the most of the season. He’s just completed his 10th Pedalada Serramar cyclotour, a challenging annual ride that winds from the mountains all the way to the sea, a 300 kilometer (190 mile) route that Marcos himself pioneered. It’s no picnic in the park. The mountain roads—they’re often “patrolled” by wild boars—aren’t paved, the gradients are steep, the rain falls in torrents, and the heat can be oppressive. Which makes it easy to understand why, early in the first day of the trek, one of Marcos’ companions was moved to ask, “Can it get worse?” To which Marcos cheerfully replied, “Yes, indeed!”

That was no exaggeration. Here’s what the intrepid cyclists confronted, beginning with this prophetic warning:

Rough Road Ahead

The English translation? “Rough road,” of course. And that’s no lie, as these wheel-eating, water-filled potholes attest:

A Hole in One

In fact, the roads frequently resembled water slides, and the mixing of earth and water had predictable consequences:

Water Slide

In some places the highway narrowed to a rutted track, with the forest pressing ever closer…

The Forest Waits

And sharp stones lay in wait for the unlucky rider:

Them's the Breaks

Ouch! Surly’s Long Haul Trucker—Marcos was riding an LHT this time around—is a sturdy, well-built bike, but everything has its limits, and no fewer than four spokes on Marcos’ rear wheel ultimately found the going too hard. Luckily, Marcos brought spares. Unluckily, he only had two. And spokes weren’t the only casualties…

The Unkindest Cut

Schwalbe Marathons are rugged tires, but they, too, met their match on the road from the mountains to the sea.

Mud and stones. Broken spokes and gashed tires… Maybe you’re wondering why anyone would take on such a challenge. Here’s one reason:

High Waterfall

And here’s another:

Above the Clouds

As the writer and physician Havelock Ellis once observed, “The Promised Land always lies on the other side of a wilderness.” A little hardship is a small price to pay for a glimpse of an earthly paradise. In fact, the experience becomes even richer when it’s earned. Which came as no surprise to Marcos and his companions, who paid for their tour of paradise in that most fundamental of currencies: human sweat. And their investment yielded a very high return indeed…

A Portrait of the Artist

Marcos’ broad smile is proof of that.

On the Road

Would you like to learn more about this epic trek in Brazil’s Rio Grande do Sul? Of course you would! So use the link below to click through to Marcos Netto’s full trip report. And who knows? Maybe next year you’d like to join him as he rides from the mountains to the sea. Just one word of advice if you do, though: Don’t bother asking, “Can it get worse?”—because you already know what the answer will be.

Pedalada Serramar 2011 Trip Report

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Enquanto a grande parte do hemisfério norte atravessa dias frios e longas noites de inverno, o verão ainda continua a pleno ao sul do Equador. E aproveitando ao máximo a estação encontramos Marcos Netto, nosso Correspondente para a o Hemisfério Sul. Ele acaba de completar a 10a. Pedalada Serramar, uma desafiadora cicloviagem realizada anualmente desde as montanhas até o mar por cerca de 300 km (190 milhas), numa rota que Marcos tem feito de forma desbravadora. Não é um piquenique no parque. As estradas na serra geralmente “patrulhadas” por animais selvagens, são extremamente inclinadas e sem pavimentação. Tudo sob um calor inclemente e chuvas torrenciais. Assim, fica fácil de compreender porque um dos participantes do tour logo no primeiro dia da jornada perguntou para Marcos: “Pode piorar?”. A resposta de Marcos foi um caloroso: “Sim, vai piorar!”

Difícil de ir

Buracos que podem engolir uma roda…

Armadilhas para bike

Lama escorregadia…

Lama escorregadia

Lombas pavimentadas com pedras afiadas…

É hora de caminhar

Pedalar nestas condições é dureza para o corpo e para a bike, especialmente com alforges carregados. Duro o suficiente para quebrar os raios (roda traseira, com certeza)…

Quebraram pra valer

Ouch! Surly Long Haul do caminhoneiro Marcos estava montando um LHT desta vez é uma bicicleta, robusto e bem construído, mas tudo tem seus limites, e não menos de quatro raios na roda traseira Marcos finalmente encontrado a ir demasiado rígido. Felizmente, Marcos trouxe peças de reposição. Infelizmente, ele só tinha duas. E raios não foram apenas as vítimas …

Pneu Schwalbe Marathon apanha de verdade e continua rodando

Schwalbe maratonas são pneus robustos, mas eles também conheceram seus parceiros na estrada das montanhas para o mar.

Lama e pedras. Raios quebrados e pneus gashed … Talvez você esteja se perguntando por que alguém iria assumir esse desafio. Aqui está uma razão:

Cachoeira enorme

E por isto:

Pedalando acima das nuvens

Nas palavras do médico e escritor Havelock Ellis, “A Terra Prometida sempre está no outro lado a ser desbravado”. Algumas pequenas dificuldades são um pequeno preço a ser pago para se ter uma visão do paraíso na terra. Na verdade, tal experiência torna-se ainda mais rica quando conquistada. Assim não foi qualquer surpresa para Marcos e seus companheiros, que o preço a pagar pelo tour no paraíso terrestre fosse uma das moedas mais básicas: o suor. E tal esforço trouxe um gande retorno, sem dúvida alguma…

Marcos e sua Surly LHT

Largo sorriso de Marcos é a prova disso.

Hora de caminhar

Você gostaria de saber mais sobre esta jornada épica no Rio Grande do Sul, Brasil? Certamente que sim! Então acesse no link abaixo o relato completo da viagem. E quem sabe? Talvez no próximo ano você queira juntar-se a ele na pedalada que vai da serra até o mar. Mas, aqui vai um aviso: Não perca tempo perguntando se “Pode piorar?”, pois de antemão você já sabe qual será a reposta.

Relato da Pedalada Serramar 2011

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